
Você sabe que os equipamentos de videotelemetria transmitem dados. Mas já parou para pensar o que acontece quando o sinal cai? Ou por que uma câmera de videotelemetria precisa de internet em vez de apenas gravar as imagens em um cartão SD?
A conexão é o que transforma a câmera em uma ferramenta de gestão.
Ao contrário do que muitos imaginam, a falta de conexão com a internet não significa que o equipamento de videotelemetria para de funcionar. Na prática, as câmeras continuam gravando, os eventos continuam sendo identificados e as informações seguem sendo armazenadas localmente no dispositivo.
É por isso que, na hora de adquirir um produto de videotelemetria, seja Argus Dash, DS ou FW, no caso das soluções Argus, também são oferecidas opções de armazenamento por cartão SD.
Isso acontece porque a videotelemetria foi desenvolvida para operar mesmo em cenários de instabilidade de sinal, algo comum em operações de transporte que percorrem longas distâncias ou regiões com baixa cobertura de rede.
Em um ambiente de mina subterrânea, por exemplo, onde existem muitos riscos e desafios operacionais, como baixa visibilidade, áreas confinadas e dificuldade de comunicação, a cobertura de sinal pode deixar a desejar.
Mesmo sem conexão com a internet, o equipamento de videotelemetria continua exercendo suas funções principais: gravar imagens, identificar eventos, emitir alertas ao motorista e armazenar os registros localmente no cartão SD. Ou seja, a prevenção dentro do veículo continua ativa. O que depende da conexão é o envio dessas informações para a nuvem e para a Torre de Controle.
Assim, a ausência momentânea de internet não interrompe a atuação do equipamento.
Se sem internet o equipamento de videotelemetria continua registrando e identificando eventos, com conexão ele passa a compartilhar essas informações.
Na prática, os eventos detectados deixam de ficar apenas armazenados localmente e passam a ser enviados para a nuvem, onde podem ser acessados por gestores, plataformas e equipes responsáveis pelo monitoramento da frota.
No caso da Argus, esses eventos também são encaminhados para análise da Torre de Controle, um diferencial do nosso processo para ajudar a garantir que apenas eventos reais cheguem até o gestor.
Por exemplo, se o equipamento detectar um possível uso de celular, mas, na análise, for identificado que o condutor estava apenas com a mão próxima à orelha, a Torre classifica esse registro como um falso alerta. Assim, o gestor evita intervenções desnecessárias e consegue direcionar sua atenção para situações que realmente exigem ação.
Em operações de transporte, o tempo entre uma ocorrência e sua análise pode fazer toda a diferença. É por isso que a conectividade tem um papel tão importante na videotelemetria.
Ao permitir que eventos, imagens e registros sejam disponibilizados remotamente, a internet reduz a dependência de processos manuais e facilita o acesso às informações por gestores, equipes de monitoramento e áreas responsáveis pela segurança da operação.
Na prática, isso significa mais rapidez na consulta de evidências, na análise de ocorrências e no acompanhamento dos indicadores da frota.
Quer entender como a videotelemetria pode transformar imagens, eventos e dados da sua operação em informações acionáveis para a gestão de frotas? Fale com um especialista da Argus e conheça as soluções que ajudam empresas a fortalecer a segurança, a gestão e a eficiência operacional.

19 NOV
Há mais de oito anos no mercado de mineração, fortalecemos nossa missão de levar inovação e segurança ao setor. Para a Panorama Mineração do Brasil, Rafael Dezen, nosso Gerente Comercial, contou como nossos visitantes vivenciaram nossas soluções de forma interativa.